O deputado estadual Rozenha (PSD) destacou nesta terça-feira (19/05), durante discurso na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o protagonismo inédito do Amazonas em um dos momentos mais simbólicos do esporte nacional: a convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026.
Rozenha, que também é vice-presidente da Confederação Brasileira de futebol (CBF), destacou que o período de Copa do Mundo historicamente desperta sentimento de pertencimento e identidade nacional. Por isso, acredita que a participação amazonense nesse processo fortalece a representatividade da região Norte no cenário esportivo nacional. “A Copa do Mundo une o país, fortalece o sentimento nacional e o Amazonas estará presente nesse momento histórico”, afirmou.
A fala do parlamentar também reforçou uma atuação legislativa voltada ao fortalecimento do esporte amazonense. Desde o início do mandato, Rozenha tem defendido pautas ligadas ao combate ao racismo, incentivo ao esporte de base, proteção das mulheres e inclusão social através da atividade esportiva.
Entre as principais leis aprovadas de autoria do deputado estão a Lei nº 6.625/2023, que instituiu o Dia da Resposta Histórica contra o racismo no futebol no Amazonas; a Lei nº 6.344/2023, que criou o Dia Estadual de Combate ao racismo no esporte; e a Lei nº 6.387/2023, que instituiu a Política Estadual de Apoio e Incentivo à Mulher no esporte.
Também são de autoria do parlamentar a Lei nº 7.126/2024, que estabelece diretrizes de incentivo ao esporte infantil no Amazonas, e a Lei nº 7.154/2024, que dispõe sobre medidas de combate à violência contra a mulher e crimes contra a dignidade sexual no ambiente esportivo.
Rozenha destaca ainda que o esporte possui papel estratégico na formação social e na geração de oportunidades, principalmente para jovens da periferia e do interior do Amazonas. “Quando o esporte chega, o jovem volta a acreditar que PODE sonhar. O esporte não forma apenas atletas; forma cidadãos, disciplina, oportunidade e esperança, principalmente para quem nasce distante dos grandes centros e muitas vezes sem acesso ao básico no interior e nas periferias do Amazonas”, concluiu Rozenha.