Comandante Dan defende inclusão produtiva para 268 mil pessoas com deficiência no Amazonas

Reporter da Cidade
Comandante Dan defende inclusão produtiva para 268 mil pessoas com deficiência no Amazonas

O deputado estadual Comandante Dan (Republicanos) defendeu o fortalecimento das políticas de educação, esporte e inclusão produtiva para as 268 mil pessoas com deficiência que vivem no Amazonas.

Segundo o Instituto Brasileiro de geografia e Estatística (IBGE), o estado tinha, em 2022, aproximadamente 250 mil pessoas com deficiência de 14 anos ou mais. Desse total, somente 89 mil estavam ocupadas. O nível de ocupação era de 35,8%, ante 47,5% entre as pessoas sem deficiência.

A desigualdade também aparece na origem da renda. Nos domicílios com pessoas com deficiência, o trabalho representava 65,2% dos rendimentos, enquanto 34,8% vinham de benefícios, aposentadorias, pensões e outras fontes. Nas residências sem pessoas com deficiência, a participação do trabalho chegava a 79,4%.

“Benefícios sociais são direitos fundamentais, mas o Estado também precisa assegurar educação acessível, qualificação e oportunidades de trabalho. Inclusão deve significar autonomia e participação plena na sociedade”, afirmou Comandante Dan.

Entre as iniciativas de autoria do parlamentar estão:

* Lei nº 8.110, de 18 de março de 2026: determina a implantação de práticas esportivas adaptadas para pessoas com deficiência na REDE pública estadual de ensino;
* Lei nº 8.275/2026: institui o Dia Estadual das Pessoas com Deficiência das Forças de Segurança do Amazonas, ampliando o debate sobre inclusão, acessibilidade e valorização profissional;
* Projeto de Lei do Tratamento Humanizado no Trânsito, de 2025: prevê atendimento prioritário a idosos e pessoas com deficiência em autuações ou remoções de veículos por reboque, mediante identificação prévia no Detran-AM.

Para Comandante Dan, o esporte adaptado é uma ferramenta importante para promover saúde, autoestima, convivência e Cidadania.

“O esporte rompe preconceitos e permite que a sociedade enxergue primeiro o talento e a capacidade. Inclusão não é favor: é direito, Cidadania e respeito à dignidade humana”, concluiu.

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