Rozenha destaca protagonismo de médico do Amazonas em exame genético para câncer de mama no SUS

Reporter da Cidade

Durante discurso, o deputado estadual Rozenha (PSD) destacou a atuação direta do especialista na articulação que resultou na aprovação, pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de saúde (Conitec), do exame genético BRCA1 no Sistema Único de saúde (SUS). A tecnologia permite identificar a predisposição ao câncer de mama e de colo do útero, ampliando significativamente as possibilidades de prevenção e tratamento precoce.

A decisão segue uma tendência global de priorização da medicina preventiva e personalizada, ampliando o acesso a exames que permitem diagnóstico precoce e intervenções antecipadas estratégia já consolidada em países desenvolvidos e que, segundo especialistas, reduz significativamente a mortalidade por câncer.

Durante o pronunciamento, o deputado utilizou um caso de repercussão internacional para contextualizar a importância do exame. “A atriz Angelina Jolie chocou o mundo ao tomar uma decisão preventiva após identificar o gene do câncer. Isso mostra o poder da informação e da prevenção”, afirmou.

Rozenha destacou que a incorporação do exame ao SUS representa uma mudança estrutural no cuidado com a saúde da mulher no Brasil. “Nós vamos dar às mulheres algo que antes era privilégio de poucos: o poder de decidir antes da doença aparecer. Isso é revolucionário”, disse.

Segundo o parlamentar, a conquista representa não apenas um avanço técnico, mas também um marco de representatividade para o Amazonas no cenário nacional da saúde pública. “Esse é um golaço de um amazonense que faz da medicina um verdadeiro sacerdócio. O doutor Gerson Mourão levou uma proposta que vai salvar milhões de vidas”, afirmou. Rozenha também mencionou a atuação conjunta da médica ginecologista Mônica Bandeira de Mello no fortalecimento da iniciativa.

Além do impacto direto na saúde das pacientes, o deputado ressaltou o potencial econômico da medida. “Prevenir é mais barato do que tratar. O sistema ganha eficiência e, principalmente, a gente evita sofrimento”, afirmou.

A incorporação do exame ao SUS ocorre em um momento em que o Brasil busca ampliar políticas de diagnóstico precoce e reduzir a mortalidade por câncer de mama, que segue entre as principais causas de morte entre mulheres no país. Para Rozenha, a medida representa uma virada de chave. “Estamos saindo de uma medicina reativa para uma medicina preventiva. E isso muda tudo”, concluiu.

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