Sinésio Campos reforça protagonismo do setor primário e cobra valorização da classe trabalhadora em ato com a Fetagri-AM

Reporter da Cidade

O deputado estadual Sinésio Campos (PT) participou, nesta sexta-feira (20/3), em Manaus, de um ato político com trabalhadores do interior durante a programação da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Amazonas (Fetagri-AM), que celebrou 50 anos de atuação na defesa da classe trabalhadora rural. O encontro reuniu lideranças, movimentos sociais e representantes institucionais para debater o futuro do setor primário no Estado.

Na programação, que também marcou o lançamento do Minha Casa, Minha Vida Rural e a entrega de propostas aos pré-candidatos ao governo do Estado e à presidência da República, Sinésio foi direto ao defender a presença da classe trabalhadora nos espaços de decisão.

“Quando o trabalhador não está no parlamento, ele paga a conta. Foi assim com taxas injustas que penalizavam quem produz. Nós revogamos essa lei porque estamos lá, representando quem vive do trabalho”, afirmou.

A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou, em 18 de março de 2026, a revogação da Lei nº 6.173/2022, que impunha taxas ao setor primário e penalizava diretamente quem planta, pesca e produz no interior do Estado. A medida foi articulada pelo deputado Sinésio Campos, com apoio institucional.

O parlamentar destacou que conquistas como essa, além da aprovação da lei estadual da economia solidária, são resultado direto da organização da classe trabalhadora e da atuação política comprometida com quem produz no interior.

Sinésio também reforçou a importância de políticas públicas como o Luz para Todos e o Minha Casa, Minha Vida Rural, destacando que o desenvolvimento do Amazonas precisa chegar de verdade a quem vive e trabalha no interior.

Para o deputado, o movimento sindical precisa ser fortalecido e respeitado. “Não existe desenvolvimento sem valorizar a classe trabalhadora. O interior precisa ser ouvido e ter voz nas decisões”, disse.

O ato consolidou propostas do setor primário que agora passam a pressionar os pré-candidatos a assumirem compromissos com a produção, infraestrutura e geração de renda no Amazonas.

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