Maternidade Moura Tapajóz acolhe internos de medicina da Universidade do Estado do Amazonas

Reporter da Cidade

A Maternidade Dr. Moura Tapajóz (MMT), da Prefeitura de Manaus, promoveu, na manhã dessa quinta-feira, 5/3, o acolhimento de 22 acadêmicos de medicina em internato da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), marcando o início das atividades práticas dos novos internos no ambiente hospitalar da maternidade. Os internos foram recepcionados pela responsável pelo Núcleo de educação Continuada e Permanente da unidade, enfermeira Larissa de Almeida.

Por ano, a maternidade acolhe uma média de 800 alunos de cursos técnicos e de nível superior, que, ao chegar à unidade, passam a integrar as equipes profissionais, participando de atendimentos e procedimentos de forma supervisionada.

“Ficamos muito felizes e orgulhosos de receber esse grupo de acadêmicos, que, tenho certeza, vão tanto aprender quanto contribuir muito no período em que estiverem na Moura Tapajóz. Aqui, eles terão todas as condições e todo suporte da equipe técnica e da gestão para desenvolverem seu potencial”, enfatizou a diretora da unidade, enfermeira obstetra Núbia Cruz.

O acolhimento tem como objetivo principal integrar os estudantes ao funcionamento da unidade, apresentar as normas, rotinas e princípios institucionais, além de fortalecer o compromisso ético e formativo do internato médico no contexto do Sistema Único de saúde (SUS).

Durante a recepção, foi ressaltada a importância da padronização do atendimento por meio dos protocolos que guiam os processos da unidade, respeitando e cumprindo os documentos que apresentam orientações sobre as práticas preconizadas por órgãos e instituições de renome, como a Organização Mundial de saúde (OMS), o Ministério da saúde, e a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de saúde (Conitec).

A enfermeira Larissa de Almeida também orientou os acadêmicos sobre suas atribuições e sobre as de seus preceptores, como, por exemplo, estarem sempre devidamente identificados, não realizarem quaisquer procedimentos técnicos sem a supervisão do preceptor, e resguardarem todas as normas de biossegurança.

“Mais do que um espaço de assistência, a Moura Tapajóz também já se consolidou como um importante ambiente de ensino, pesquisa e acolhimento na cidade de Manaus, formando profissionais qualificados e comprometidos com a saúde e o bem-estar da nossa comunidade”, destacou Larissa.

Texto – Marcella Normando/Semsa

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