Aleam divulga relatório de atividades do Centro de Inclusão Sensorial realizadas em fevereiro

Reporter da Cidade

A Diretoria de saúde da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) divulgou, os números de atendimentos realizados em fevereiro no Centro de Inclusão Sensorial Dr. Hamilton Cidade, da Aleam.

O espaço oferece atendimento nas áreas de clínica geral, psicologia, terapia ocupacional, atendimento terapêutico, serviço social, nutrição e odontologia para crianças de até 14 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Síndrome de Down e outros transtornos do neurodesenvolvimento.

Funcionando de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, o centro registrou 424 atendimentos de Terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada), abordagem terapêutica e científica voltada para compreender e modificar comportamentos, desenvolver habilidades, promover autonomia e reduzir comportamentos desafiadores, sendo amplamente utilizada no tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Também foram contabilizados 237 atendimentos de fonoaudiologia e 170 atendimentos de terapia ocupacional. Ao todo, foram realizados 1.512 atendimentos para 64 pacientes nos dois turnos de funcionamento.

Em comparação com janeiro, os números representam crescimento significativo na oferta de terapias. Os atendimentos de Terapia ABA tiveram aumento de 25%, passando de 339 para 424 sessões. Na fonoaudiologia, o crescimento foi de 20%, saindo de 197 para 237 atendimentos. Já na terapia ocupacional houve aumento de 11%, com 170 atendimentos em fevereiro, contra 153 registrados em janeiro.

Para o diretor de saúde da Assembleia, Arnoldo Andrade, os números reforçam a importância da iniciativa do presidente da Aleam, deputado Roberto Cidade (UB), em disponibilizar o espaço inicialmente para servidores e, futuramente, também para a comunidade.

“A demanda da sociedade é muito alta, e a Assembleia tem mostrado um caminho que o Poder Executivo também precisa começar a trilhar. Entre os próprios servidores já existia essa necessidade. Muitos sempre pediram esse apoio, porque o acesso às terapias é difícil e os custos são muito altos”, afirmou.

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