Comandante Dan defende integração entre órgãos públicos para combater mercados ilegais na Amazônia

Reporter da Cidade
Comandante Dan defende integração entre órgãos públicos para combater mercados ilegais na Amazônia

O deputado Comandante Dan (Republicanos) defendeu a adoção de ações integradas entre os órgãos de segurança pública, fiscalização e inteligência para combater mercados ilegais que, segundo o parlamentar, financiam organizações criminosas na Amazônia. O fortalecimento dos mercados ilegais na Amazônia, alimentados por cadeias criminosas cada vez mais sofisticadas, exige uma resposta integrada do Estado e das forças de segurança, avaliou  o deputado.

De acordo com o parlamentar, o combate ao crime organizado deve ir além das prisões em flagrante e das apreensões, alcançando também as estruturas econômicas que sustentam essas organizações. Entre as atividades citadas estão o furto de cabos de energia, telefonia e internet, o comércio ilegal de combustíveis, a exploração clandestina de madeira, a mineração ilegal e a receptação de produtos furtados ou roubados.

“O crime organizado não vive apenas do tráfico de drogas. Ele diversificou suas fontes de renda e passou a explorar mercados ilegais altamente lucrativos, que prejudicam o patrimônio público, o meio ambiente, a economia e a segurança da população. Enquanto houver quem compre, transporte, financie e lave o dinheiro dessas atividades, o problema continuará crescendo”, afirmou Comandante Dan.

O deputado destacou que o furto de cabos provoca interrupções em serviços essenciais e defendeu que as investigações também alcancem empresas e pessoas responsáveis pela compra e comercialização desses materiais.

Sobre o comércio clandestino de combustíveis, o parlamentar afirmou que a prática PODE estar associada ao contrabando, à sonegação fiscal e ao abastecimento de rotas utilizadas por organizações criminosas, defendendo maior integração entre as forças de segurança, órgãos de fiscalização e inteligência.

Na área ambiental, Comandante Dan disse que a exploração ilegal de madeira e a mineração clandestina representam fontes de financiamento para grupos criminosos que atuam na região e argumentou que o combate aos crimes ambientais também deve ser tratado como uma política de segurança pública.

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