Semed de Manaus participou da 5ª Feira Amazonense de matemática da UFAM com 42 trabalhos apresentados no Centro de Convivência, em Japiim.
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de educação (Semed), apresentou 42 trabalhos na 5ª Feira Amazonense de matemática, promovida pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), nesta quinta-feira, 18/6, no Centro de Convivência da universidade, no bairro Japiim, zona Sul de Manaus. A participação envolveu projetos das redes municipais em diferentes modalidades e etapas de ensino.
Apresentações e programação
No primeiro dia da feira foram exibidos 12 trabalhos nas categorias ensino fundamental Anos Iniciais e educação de jovens e adultos (EJA). Conforme o cronograma, no segundo dia, sexta-feira, 19/6, serão expostos 30 trabalhos do ensino fundamental Anos Finais, contemplando ensino Regular, educação especial e EJA.
Parceria entre educação básica e superior
De acordo com o subsecretário de Gestão Educacional, Tharcísio Anchieta, a aproximação entre o ensino superior e a educação básica visa trazer ideias aplicáveis à sala de aula. “É uma satisfação enorme reunir a educação básica e a educação superior. O objetivo do processo educacional, em todos os níveis, inclusive nos mais altos e complexos, é atender a base”, afirmou.
Seleção e organização das escolas
A chefe da Divisão de ensino fundamental (DEF), Ivone Rosas, explicou que os estudantes precisaram se preparar, estudar e organizar os materiais com o apoio de professores, pedagogos, gestores e das Divisões Distritais Zonais (DDZs). Segundo Ivone, a seleção ocorre por meio de período de inscrições e os trabalhos são inseridos em plataforma específica via Siged, onde são avaliados por comissão responsável.
Projetos em destaque
Um dos projetos selecionados foi da escola municipal São José do Tarumã, às margens do rio Negro. Intitulado “Quiz de matemática com Arduino: desenvolvendo competências nas quatro operações básicas”, o trabalho foi realizado com alunos do 4º e 5º ano.
A professora responsável, Marcela Barbosa, informou que as crianças desenvolveram o projeto usando Arduino e robótica, unindo habilidades de matemática e de Computação. “Os alunos gostam muito. Trabalhar com componentes eletrônicos desperta a curiosidade deles. Eles querem entender como tudo funciona, mexer nos equipamentos, experimentar”, disse Marcela.
Objetivo e impactos da feira
O coordenador da feira, Francisco Feitosa, afirmou que o evento funciona como espaço de socialização de práticas pedagógicas. “A Feira de matemática não é uma competição. Ela existe para promover a troca de experiências entre professores e estudantes que ensinam e aprendem matemática”, explicou. De acordo com ele, relatos apontam que o impacto na vida dos estudantes é significativo e que o principal objetivo é mostrar que todos são capazes de aprender matemática.
Texto – Alexandre Abreu/Semed
Fotos – Eliton Santos/Semed
Disponíveis em – https://flic.kr/s/aHBqjCWXe7
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