Em discurso na Aleam, Mayra Dias cobra reforma urgente em escolas de Parintins e data-base dos professores

Reporter da Cidade
Em discurso na Aleam, Mayra Dias cobra reforma urgente em escolas de Parintins e data-base dos professores

Na sessão desta terça-feira (16/06), na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), a deputada estadual Mayra Dias (PSD) cobrou providências urgentes na infraestrutura de escolas estaduais em Parintins do Governo do Estado e da Secretaria de Estado de educação (SEDUC). A parlamentar destacou a situação de precariedade do Ceti Deputado Gláucio Gonçalves e da escola Estadual Senador Álvaro Maia, além de cobrar respostas oficiais sobre a data-base de 2026 dos profissionais da educação, que venceu em abril e segue sem definição.

Em seu pronunciamento, Mayra Dias detalhou os problemas estruturais que afetam diretamente o cotidiano dos estudantes e professores no interior. Segundo a deputada, o Ceti Gláucio Gonçalves sofre com infiltrações, rachaduras, laboratórios sucateados e falhas na segurança, enquanto a escola Álvaro Maia está com a quadra poliesportiva sem funcionamento e totalmente deteriorada.

“A escola precisa de uma reforma urgente, porque a situação é bem complicada, a escola está bem deteriorada. A estrutura influencia diretamente no aprendizado e também nos resultados, como, por exemplo, o IDEB, onde o Amazonas tem ficado abaixo da média nacional, e é preciso garantir condições dignas para os alunos e também para os professores”, enfatizou Mayra Dias.

Além dos problemas físicos nas unidades escolares, a deputada direcionou críticas à falta de retorno por parte do NOVO secretário de educação, Jander Lasmar, a respeito das pautas financeiras da categoria. Mayra Dias relembrou que já havia protocolado requerimentos cobrando o cronograma da data-base dos professores ainda em fevereiro, mas, passados dois meses do vencimento do prazo legal, a categoria continua sem respostas.

“Infelizmente, nós não tivemos nenhum retorno. Então, mais uma vez, porque a gente já está em junho e aí venceu em abril, a gente solicita aqui uma definição, porque a gente precisa de transparência do cronograma e resposta para os professores. Não há como cobrar resultados sem valorização”, concluiu a parlamentar.

Compartilhar este artigo